Cartas ao director (1)
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Lido este post, considero que é só mais um dos exemplos - que têm vindo a ser cada vez mais recorrentes - em que o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa surfa nos limites da coloquialidade. Não há semana em que eu não fique estarrecido com a forma como recorre a certas expressões, ou adjectiva isto ou aquele. Compreendo a vontade em ser entendido pelo português médio e até pelo português abaixo da média. Admito até que, em televisão, a coisa passe e até possa soar divertida. Mas, no dia seguinte, as palavras são impressas em papel de jornal. E aí adquirem outro peso e evidenciam a ligeireza do vocabulário. E reparem que não estou a defender a contenção de MRS, era o que faltava. Dir-me-ão que é um estilo e que é esse estilo que faz dele a personagem mediática em que indubitavelmente se tornou? Talvez. A mim, só não me parece que lhe dê postura de Estado chamar «tontinho» seja a quem for. Mas é só uma opinião.Etiquetas: Ler os outros, Media
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Desde sempre que gosto de telefonia e sempre que posso ainda vou acompanhando este fascinante meio de comunicação. Ontem foi a vez de, durante um inevitável percurso automobilizado, ouvir finalmente uns minutos do novo Rádio Clube Português. Entre as 19.00 e as 20.00 aterrei no meio de um tal programa de Célia Bernardo “Janela Aberta” no qual dois locutores entrevistavam no estúdio o insuspeito Vicente Jorge Silva (VJS) sobre a demissão de Alberto João Jardim (AJJ). Não me surpreendi com o VJS a destilar os seus ressentimentos contra AJJ. Chamou-lhe de tudo e mais alguma coisa, uns insultos mais plausíveis que outros. Mas o que me espantou verdadeiramente foi a cumplicidade explícita dos dois jornalistas, que tratando o convidado (colega?) por tu, alarvemente se compraziam com os epítetos, emitindo desapoderadas risadinhas e concordantes monossílabos.Etiquetas: Jornalismo, Media, Rádio
Caro Visconde, não se zangue, eu explico-me: parece-me que tendo em conta as exigências do público-alvo de um jornal diário de referência, é um arriscado despropósito proceder-se a uma mudança tão radical do seu cabeçalho, logótipo, ou o que quer que se lhe queira chamar. Parece-me que o cabeçalho, carimbo - o que seja - de um jornal (por uma vez, nesta coisita, estou de acordo com o Daniel Oliveira) não se trata de uma mera "marca". Este é um precioso símbolo que com o passar anos, tende a adquirir reconhecimento e transmitir uma ideia de credibilidade, conceito muito caro e normalmente relacionado com a longevidade. Justificar-se-ão sempre ajustes ou pequenas actualizações estéticas, mas a idade desse “carimbo” tende a valorizá-lo, tornando-o um autêntico património. Espero sinceramente estar enganado, mas esta mudança parece-me arriscada e um passo na direcção errada. Quanto à restante revolução operada no diário da Sonae, e como referi num comentário a um texto do JV em baixo, gostei em geral do grafismo mais informal e colorido.Etiquetas: Comunicação, Imprensa, Media
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