O tempo dos assassinos
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Excelente o trabalho de Elisabete Miranda e Raquel Martins publicado hoje no Jornal de Negócios, com um balanço da aplicação prática das novas regras do subsídio de desemprego, um ano depois da sua entrada em vigor. E revelador. Os depoimentos recolhidos evidenciam bem o que falha e a clivagem entre as intenções anunciadas e as situações reais com que se deparam os desempregados no dia a dia da obtusidade burocrática.Etiquetas: Eu vi o fim do mundo, Ler os outros
A dívida pública norte-americana aumenta $1.000.000 por minuto. Por volta de Janeiro de 2009, atingirá a estrondosa marca dos $10.000.000.000.000.00, um dígito a mais do que aqueles que cabem no já histórico contador em Nova Iorque. Se as políticas não mudarem e de acordo com a Standard and Poors, atingirá em 2050 um valor equivalente a 350% do PIB dos EUA. Mas essa data ainda vem longe, não é verdade? Etiquetas: Eu vi o fim do mundo
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... as fotografias não ficam amareladas. Não há manchas nem riscos a criar distância entre nós e as imagens. O tempo não passa. Nada mais acontece, nem antes nem depois. Fica só o momento que mostra o impossível.Etiquetas: Eu vi o fim do mundo