domingo, fevereiro 10, 2008

Se o ridículo matasse...

Deplorável serviço à causa nos presta o Sr. Pereira e a sua frívola vaidade e insaciável desejo de protagonismo. O fadista-deputado obteve pelo seu exclusivo mérito uma página inteira de ridicularização gratuita dos monárquicos no Diário de Notícias de hoje. E de facto são estes os piores adversários da instituição. São estes papalvos snobs que gravitam em torno da causa, entregues às mais intestinas manobras para a obtenção de bacocas honrarias. Ao longo dos tempos, têm sido afinal estes retrógrados "cromos" de incomensurável ego os mais eficazes aliados da causa republicana.
O regime republicano nos dias de hoje encontra-se solidamente implantado, isso é um facto. Tal acontece, tanto à conta dos serviços de cem anos de publicidade enganosa, quanto às estéreis questiúnculas inspiradas em vaidades pessoais como é aquela patrocinada pelo ressabiado Sr. Nuno da Câmara Pereira.
E se o fadista tanto anseia por distinções e honrarias, então que mantenha a sua eficaz dedicação ao regime, que certamente não se poupará daqui a dois anos a dedicar-lhe uma Comenda e uma Condecoração, por justo reconhecimento de serviços prestados a favor da consolidação da república.
A última coisa de que a causa monárquica necessita é de oportunistas que a utilizem em prol das suas ambições e vaidades pessoais. De resto, a meritocracia é um valor sagrado das monarquias modernas. E aí não existiriam jamais contemplações para com ridículas fatuidades de medíocres e inúteis wannabes.

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sábado, junho 16, 2007

A agenda da história – quem a conhece?

Discordo da suposta tendência contemporânea para a poligamia, referida pela Cristina Ferreira de Almeida aqui em baixo, já que essa característica parece-me ser antes uma ancestral genética e cultural tendência humana. Esta propensão poligâmica foi sempre ao longo da história mais ou menos regulada, mais ou menos reprimida. Agora, já concordo que, circunstancialmente, a cultura anarco-liberal vigente, vem, de há algumas décadas para cá, metodicamente destruindo os mecanismos e instituições de auto-regulação. Tudo isto em nome duma pseudo liberdade individual, com que se promove uma global anarquia de costumes, sempre em favor do mais forte, das relações de consumo, em ordem à satisfação imediata do instinto (mais ou menos) predatório e egoísta do individuo. Estas são actualmente as forças motrizes da nossa civilização (aliás nada republicanas – não há gente mais puritana do que os republicanos de gema) que receio cedo entre em retumbante decadência.
Quanto à agenda, concordo que a questão do regime para já não tem grande cabimento. Mas por mim, e por muitos outros monárquicos que conheço, mais à esquerda ou mais à direita, por puro patriotismo e amor à causa, não deixaremos de espreitar uma hipotética oportunidade de questionar o regime... que manchado de inocente sangue, foi implantado pela força da baioneta e da tirania. E vai festejar (?!) cem anos. Não tarda nada.

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quinta-feira, junho 14, 2007

Ao “inenarrável” Daniel


Mais patético que os Amigos de Olivença, só mesmo a arrogância do Sr. Oliveira a escrever as suas bacoradas (ou pior, quando as vai dizer para o mais frouxo e idiota programa de televisão existente). Ao pretender insultar o que ele apelida demonárquicos militantes definitivamente o homem não (se) enxerga. Um deles, cuja craveira intelectual e humana é inquestionavelmente superior à sua (o que, pelas provas conhecidas não é difícil) é o seu correligionário, o venerando arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles. E ficamos por aqui para evitar mais melindres.
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Imagem "fanada" daqui onde diz que veio daqui.

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