segunda-feira, abril 09, 2007

Ridículo ou talvez nem isso

Exceptuando o título, «Um país de ironias», estou integralmente de acordo com o que escreve hoje Rui Tavares no Público. A retirada pela CML do cartaz dos Gato Fedorento foi um gesto que denunciou, mais uma vez, a cegueira política de Carmona Rodrigues na gestão daquele capital de simpatia que ainda possa deter junto dos seus munícipes. Não se trata de uma «genial ironia num país de ironias», como escreve Tavares. Trata-se, isso sim, de mais um acto ridículo num país sem o sentido das proporções. Ou talvez nem ridículo seja, porque vontade de rir provoca-me nenhuma.

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